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Vigilância Ambiental no controle de escorpiões


Segundo a Vigilância Ambiental, são 5 os fatores ambientais que podem interferir diretamente na saúde do homem (Figua 1) e que devem ser levados em consideração, quando se trata do controle de escorpiões:

Fig. 1: Fatores do Ambiente que interferem na saúde do homem conforme a Vigilância Ambiental
I- Fatores Físicos:
Os escorpiões são resistentes às condições adversas. Algumas espécies sobrevivem submersas em água por dezessete horas e meia, ou congelados, enterradas na neve a 5.000 metros de altitude, ou ainda em temperaturas escaldantes, escondidos entre as pedras dos desertos de Takama no México, Mojave nos Estados Unidos ou Saara na África (CARVALHO NETO, 1994). Entretanto há espécies que se adaptaram bem ao ambiente doméstico urbano, preferindo-o mesmo aos refúgios naturais, pois aí encontram alimento farto, ausência de predadores e condições climáticas favoráveis. Possuem, todavia, uma predileção por climas quentes.
Também são resistentes à radioatividade, podendo suportar índices radiativos 100 vezes superior ao suportado pelo homem.
Para um bom controle, deve-se considerar a temperatura nas respectivas estações do ano, pois, "durante o inverno, os escorpiões podem simular uma perfeita ausência, e de repente no verão, aparecer dentro de globos de luz dispostos no teto e até em banheiros azulejados" (BÜRCHEL, apud CARVALHO NETO, 1994). São, portanto mais freqüentes os acidentes com esses animais nos meses de setembro a dezembro, para a região sudeste, por se tratar da época propícia para a reprodução.
A luminosidade é também um fator físico importante, pois, os escorpiões são mais ativos à noite e as inspeções noturnas podem ser facilitadas com o auxilio de lâmpada ultravioleta, que deixa a sua cutícula fluorescente, (SISSON, 1990 apud MATTHIESEN, 1999) tornando o animal visível até a distância de 15 metros.
O ambiente artificial, úmido e escuro, gerado pelas galerias hidráulicas, comuns em áreas densamente habitadas, também é importante de ser vistoriado.

II- Fatores Antrópicos:
Segundo GARRETT (1995), quando relata sobre os Centros Urbanos da Doença, em 1980 o mundo tinha 10 megacidades e em 2000 chegamos a 24 megacidades, muitas delas localizadas na faixa tropical – equatorial, onde as pessoas vivem aglomeradas em áreas cada vez mais densamente habitadas.
Atualmente, as cidades em crescimento, localizadas principalmente na região sudeste do Brasil, se caracterizam pela rápida expansão periurbana, com aumento da atividade humana que muitas vezes invade áreas verdes, já habitadas pelo escorpião. Este movimento invasivo tem gerado uma paisagem conflitante socialmente, onde aparecem os novos condomínios residenciais ajardinados, ladeados por favelas, formadas sem o mínimo saneamento básico, favorecendo também o aparecimento das pragas.
Outro fato importante é que esta intensificação de obras para atender a construção civil, tem aumentado o trânsito e a circulação de madeiras, telhas, tijolos, terra para aterros e serviços de jardinagem, podendo levar consigo mais escorpiões.
Torna-se portanto necessário, maior atenção para o manejo ambiental de ordem preventiva, considerando o plano diretor do município, o próprio zoneamento urbano, as áreas destinadas aos loteamentos e a formação de condomínios residenciais, que envolvem deslocamentos de terra, obras hidráulicas de escoamento (esgoto e água pluvial) e a chegada e disposição dos materiais de construção destinados à edificação de moradias.

Para uma empresa privada especializada no controle de pragas urbanas agir conforme estabelece o referido Manual da Secretaria da Saúde, por uma questão operacional e de custo, deverá contatar a administração do condomínio residencial, seja ele horizontal ou vertical, para esclarecer quais os passos necessários para o real controle. Também poderão ser realizados em parceria com o serviço público de saúde do local, o qual deverá ser comunicado oficialmente através de uma Notificação de Escorpiões.
Na prática, o contrato com empresas privadas para o controle de escorpiões em áreas comuns do condomínio e com moradores interessados é mais fácil, porém, até para os órgãos oficiais de saúde, a entrada em residências não interessadas é bastante dificultosa, pois normalmente são apontados fatores de segurança, como medo de assalto e falta de credibilidade na capacitação desses órgãos.
Outro fato bastante comum é a tendência de omissão de informações sobre escorpiões de alguns proprietários de imóveis, temendo o estígma do condomínio e conseqüentemente sua desvalorização imobiliária.
A empresa privada controladora de pragas, atuando como assessora técnica do síndico, deve conhecer na Lei do Inquilinato, o capítulo: Condomínios; a Convenção do condomínio e o seu Regulamento Interno e valendo-se do risco eminente para a saúde, fato que o escorpionismo oferece. Deve-se proclamar uma assembléia extraordinária, com intuito de minar possíveis resistências ao trabalho a ser realizado.
Como estratégia, bom senso e profissionalismo de vanguarda, o desenvolvimento de um Programa de Controle Integrado de Pragas é primordial. Os atos operacionais podem envolver: palestras alertando os condôminos; comunicação oficial da presença de escorpiões às autoridades sanitárias; levantamento das condições de suporte dos postos locais de atendimento de emergências médicas; pesquisa casa a casa; mapeamento dos pontos críticos de risco; ações educativas com babás, empregadas domésticas, faxineiras e jardineiros; criação de uma base operacional para centralização de dados gerados por comunicações internas e externas; ações ecológicas com jovens e zeladores para o desenvolvimento de monitores de preservação do condomínio.
Assim sendo, criar-se-á um novo conceito dentro da ecologia médica voltado para a linha dos chamados "Condomínios Saudáveis".

IV- Fatores Biológicos:
Os escorpiões possuem uma grande resistência ao jejum, podendo ficar até um ano e meio sem se alimentar. Há registros de uma fêmea da espécie Buthus occitanus que foi suprida apenas por água e sobreviveu por quase 3 anos, 1.084 dias, (VACHON, 1957 apud MATTHIESEN, 1999).
Os escorpiões são carnívoros alimentando-se geralmente de animais vivos. Figuram como seus principais alimentos outros artrópodes, como aranhas, grilos, baratas, (MATTHIESEN, 1999 apud MARICONI, 1999) e cupins, devendo merecer especial atenção, a presença destes animais em áreas domiciliares e peri-domiciliares como os jardins.
São predadores de escorpiões, as aranhas, louva-a-deuses, lacraias, formigas sará-sará e os próprios escorpiões canibalistas, também alguns vertebrados como sapos, rãs, lagartos, aves (gaviões, corujas, seriemas, galinhas) e mamíferos (ratos, musaranhos, quatis, macacos).
A falta de predadores juntamente com uma grande oferta de alimento, também colaboram para o aumento do número de escorpiões.
São parasitas de escorpiões, algumas bactérias, fungos, vírus e ácaros, (MATTHIESEN, 1984 apud MARICONI, 1999).

V- Fatores químicos:
O ambiente residencial urbano recebe uma quantidade expressiva de produtos químicos como formaldeídos, cresois e paradecacloro-benzenos, muitas vezes utilizados em limpeza e higienização doméstica. Essa poluição intra ou extra domicílio, muitas vezes, é potencializada com o uso de pesticidas, seja pelo auto serviço ou aplicados sem a devida capacitação profissional, o que pode proporcionar irritabilidade e desalojamento de escorpiões, favorecendo a ocorrência de acidentes.

V.1- Controle químico:
O hábito dos escorpiões se abrigarem em frestas de paredes, embaixo de caixas, papelões, pilhas de tijolos, telhas, madeiras ou mesmo podendo estar localizados em quintais e jardins de residências, em fendas e rachaduras do solo (onde a espécie T. bahiensis costuma se aprofundar até 2 metros), juntamente com sua habilidade para ficar escondidos de 2 a 3 meses sem se movimentar, tornam o tratamento químico convencional com inseticidas tradicionais, mais os métodos usuais de aplicação, bastante ineficazes. Na realidade tornam até perigosos se forem utilizados produtos do grupo dos piretróides ou dos organofosforados, conhecidos pela sua ação irritante e repelente. Isto pode causar o desalojamento destes animais, aumentando o risco de acidentes, tanto quando aplicados no interior das residências, como no exterior, espalhando esses animais para áreas vizinhas, muitas vezes habitadas.
Uma boa alternativa é utilizar produtos microencapsulados, pois o escorpião, na região ventral, possui os pentes, que são apêndices abdominais suis generis, não encontrados em nenhum outro animal, dotados de quimioreceptores, que se movimentam "varrendo" a superfície por onde caminham. Também quando o animal está em repouso, o seu corpo toca o solo inteiramente, aproximando os estigmas pulmonares da superfície.

Informação para encomenda
  • Preço: R$0,01
Categoria do catálogo Negociol.com: Serviços de desinfeção e eliminação de roedores em Santa Catarina
Criado: 02/05/12 14:01
Alterado: 13/05/17 19:47